Tem problemas para descalcificar suas amostras de medula óssea?

Tem problemas para descalcificar suas amostras de medula óssea?

A simplificação na obtenção de biópsia de medula óssea pelo uso de agulha, permitiu que as amostras, anteriormente restritas a hospitais e laboratórios especializados em Hematologia e Oncologia, passassem a fazer parte também, da rotina dos laboratórios de Anatomia Patológica. A análise da biópsia permite avaliar a quantidade do tecido hematopoiético, estudar o tecido conjuntivo e identificar comprometimentos neoplásicos – metástases, linfomas Hodgkin e não Hodgkin – que poderiam não ser detectados em esfregaços.

Entretanto, na maioria das vezes, dá-se uma atenção muito limitada à fixação e ao processo de descalcificação óssea que ainda é bastante dependente da padronização individual dos laboratórios.

Enquanto os ácidos minerais oferecem uma taxa de descalcificação mais rápida, seus protocolos são mais sensíveis ao tempo / temperatura e as amostras processadas nem sempre ​​são ideais para estudos moleculares, podendo comprometer tanto a morfologia quanto o material genético do material com baixa qualidade para os exames, como por exemplo, para extração de DNA / RNA ou NGS.

A fim de permitir resultados diagnósticos precisos e confiáveis, seja pela morfologia como pelos estudos moleculares em amostras ósseas, a Milestone recomenda o uso de ácido fórmico ou EDTA como descalcificador “suaves”, mais adequados para estudos moleculares. O tempo de descalcificação prolongado pelo uso de descalcificadores mais suaves é reduzido pela gestão otimizada de agitação e temperatura padronizada no BoneSTATION.

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