Novembro Azul – Conheça nossos destaques em imunoistoquimica para o painel de próstata!

Estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA) indicam que para cada ano do triênio 2020/2022, sejam diagnosticados no Brasil 65.840 novos casos de câncer de próstata. Esse valor corresponde a um risco estimado de 62,95 novos casos a cada 100 mil homens (Instituto Nacional de Câncer, 06/02/2020). A detecção precoce e o diagnóstico preciso são sem dúvida as melhores armas para a redução destes números!

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“Agosto Branco” – Mês sobre conscientização e prevenção de câncer de pulmão

O câncer de pulmão é um tumor caracterizado pela quebra dos mecanismos celulares naturais do pulmão, a partir de estímulos carcinogênicos ao longo dos anos, levando ao crescimento desorganizado de células malignas. Este tumor maligno que pode se apresentar desde a traqueia até a periferia do pulmão e é uma das principais causas de morte entre as neoplasias no Brasil.

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Você sabe qual a relação do EBV neste tipo de câncer?

Doenças malignas de cabeça e pescoço são responsáveis por 4% de todos os tipos de câncer. Os carcinomas de laringe representam de 25% a 40% dos tumores malignos de cabeça e pescoço. Infecções do vírus de Epstein-Bar (EBV) O virus Epstein-Bar é um vírus que infecta os linfócitos B e afeta a grande maioria dos seres humanos. No entanto, somente alguns indivíduos adquirem a mononucleose infecciosa: uma manifestação do vírus transmitida por contato com outras salivas, sendo assim, transmitido massivamente pelo beijo.

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Webinar Gratuito Milestone! Você é nosso convidado | 06/05/2020

Nos laboratórios de hoje, o formol é o fixador padrão para coleta e armazenamento das amostras biológicas para exames patológicos e diagnósticos. Profissionais dos centros cirúrgicos e dos departamentos de patologia, são expostos a altos níveis desses vapores. Por isso, os departamentos de segurança hospitalar e clínica devem adotar precauções para garantir a segurança de seu pessoal.

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UltraSafe – Exposição zero de formol no manuseio de peças cirúrgicas

Em 2006, o formaldeído foi declarado cancerígeno e mutagênico para seres humanos pela Agência Internacional de Pesquisa do Câncer. Apesar disso, nos laboratórios e salas de cirurgia de hoje, o formol continua sendo o fixador universal para coleta; armazenamento e preservação das amostras biológicas, expondo os envolvidos com seu manuseio a altos níveis de vapores tóxicos. Diante desta realidade, torna-se essencial que hospitais, clínicas e laboratórios adotem precauções para minimizar o uso do formol e garantir a segurança de seu pessoal.

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