Hibridização in situ colorimétrica para detecção e subtipagem de HPV

Hibridização in situ colorimétrica para detecção e subtipagem de HPV

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DETECÇÃO E IDENTIFICAÇÃO DE HPV POR HIBRIDIZAÇÃO

A infecção por HPV em mulheres jovens em sua maioria é transitória. Por outro lado, a persistência do HPV de alto risco em mulheres acima dos 40 anos de idade está associada ao desenvolvimento do câncer cervical, uma das principais causas de mortes por câncer entre mulheres brasileiras.

Com o sistema ZytoFast® HPV-CISH é possível detectar e identificar o DNA do papilomavírus humano (HPV) em cortes de tecido parafinado ou amostras citológicas.

Da maioria dos mais de 30 tipos de HPV identificados, os tipos 6 e 11 são predominantes e chamados de tipos de “baixo risco”, podendo causar anormalidades leves ou verrugas genitais em avaliação por papanicolau. Até agora, aproximadamente 10 a 15 tipos de HPV estão associados a lesões que podem progredir para o câncer. Entre eles estão os tipos 16/18/31/33/35/39/45/51/52/56/58/59/66/68/82. Esses tipos de HPV associados ao câncer são designados como HPV de “alto risco”. A infecção com os tipos de HPV de alto risco pode levar ao desenvolvimento do câncer do colo uterino, vulva, vagina, ânus ou pênis. A maioria dos carcinomas cervicais malignos (aproximadamente 70%) ocorrem como resultado de infecções com os tipos de HPV 16 ou 18.

DESCRIÇÃO DO MÉTODO

O sistema ZytoFast® PLUS usa sondas conjugadas com Digoxigenina que são detectadas usando anticorpos primários. Estes anticorpos são detectados por um polímero de anticorpos secundários conjugados a enzimas. A reação enzimática de substratos cromogênicos, por exemplo, NBT/BCIP, AEC ou DAB, leva à formação de precipitados colorimétricos que podem ser visualizados em microscópio óptico comum.

SISTEMA CISH

A grande vantagem da hibridação in situ é a possibilidade de correlacionar os achados com os aspectos morfológicos/histológicos das lesões sem que haja necessidade de amostra fixada em meios especiais, o que permite a análise de biópsias ou peças cirúrgicas fixadas em formol a 10%, preparados citológicos e blocos de parafina.

VANTAGENS

✓  Observação simultânea da morfologia do tecido e sinais colorimétricos da hibridização.
✓  Não há risco de falsos positivos devido a erros ou contaminação como com o PCR.
✓  Método fácil comparável a imunoistoquímica.
✓  Sem necessidade de equipamento dedicado de custo elevado.
✓  Possibilidade de testar em amostras de arquivo.
✓   Alta sensibilidade e especificidade.

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