Filtros de Microscópio de Fluorescência e Sondas FISH – Como escolher?

Para a técnica de hibridização in situ fluorescente (FISH) é obviamente necessário um microscópio de fluorescência. Em geral, sua configuração é composta de uma fonte de luz intensa de amplo espectro. Esta luz é filtrada por um filtro de excitação que transmite luz em uma determinada faixa de comprimento de onda e posteriormente é desviado por um espelho dicróico (dispersor de feixe).

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Setembro Dourado – NKX2.2 e o diagnóstico de Sarcoma de Ewing

O sarcoma de Ewing é o segundo tumor ósseo mais frequente na infância e adolescência. Trata-se de um câncer altamente agressivo, e pode também surgir em tecidos de partes moles (músculos, cartilagens). Os avanços no tratamento levaram a uma melhora significativa dos resultados. Pacientes com doença localizada têm sobrevida em torno de 70-80%. Em pacientes com doença metastática (quando o câncer se espalhou), a sobrevida é em torno de 30%.1

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A luta contra o SARS-CoV-2 continua

A COVID-19 é uma doença infecciosa causada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2) e tem como principais sintomas febre, cansaço e tosse seca. O SARS-CoV-2 afeta cada pessoa de forma diferente e a maior parte da população desenvolve a doença com sintomas leves a moderados e se recupera sem necessidade de hospitalização.

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Conheça nossas ferramentas web para Citometria de Fluxo

A citometria de fluxo é reconhecida como uma técnica primordial e bem estabelecida para a maioria dos imunologistas. No entanto, agregar conhecimento e prática técnica a tecnologia disponível se torna cada dia mais indispensável. Por isso, apresentamos a vocês as webs ferramentas Biolegend de citometria de fluxo para orientar o design do painel, visualizar espectros e planejar seu experimento conseguindo precisão, agilidade e excelentes resultados.

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Ainda sobre câncer colorretal: Síndrome de Lynch – Conheça nosso painel para avaliação imunohistoquimica das proteínas MMR

A Síndrome de Lynch (SL) é responsável por 3 a 5 % dos diagnósticos de câncer colorretal. Esta síndrome de predisposição ao câncer apresenta herança autossômica dominante e é causada por mutações germinativas deletérias em genes responsáveis por corrigir erros de pareamento de bases do DNA.

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