Summer Camp – Programa científico de verão da Cell Marque

Neste ano a aventura não será menos empolgante e te convidamos a fazer sua mala virtual, apertar o cinto e participar desta jornada educacional. Os confiáveis pilotos da CellMarque, palestrantes experts em diagnóstico em tecido irão levá-lo a seis roteiros pelo fascinante mundo da imunoistoquímica. Cada voo terá aproximadamente uma hora de duração e a língua oficial será o inglês.

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Fevereiro Laranja – Como a imunohistoquímica pode auxiliar no diagnóstico das leucemias?

E no mês da conscientização e combate a Leucemia, selecionamos um relevante artigo da Profa. Dra. Maria Cláudia Nogueira Zerbini (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo), sobre a utilização da imunoistoquimica em biópsias de medula óssea, com uma abordagem abrangente sobre a utilização dessa poderosa ferramenta diagnóstica.

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Dezembro Laranja – Mês da prevenção e conscientização sobre o câncer de pele

Embora a técnica de imunoistoquímica e suas aplicações tenham possibilitado grandes avanços nos últimos 25 anos, os diagnósticos na especialidade da dermatopatologia ainda são em grande parte baseado na colorações por H&E. Apesar disso, há inúmeras situações onde a imunoistoquímica pode ajudar o patologista na definição de casos mais complicados.

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Citometria de Fluxo – Quantas famílias de fluoróforos você conhece? – Parte II

Que a citometria de fluxo é um processo extremamente importante dentro dos protocolos de imunologia todos já sabemos. Essa técnica nos permite contar grande número de células ou partículas baseadas em seu tamanho, complexidade interna, fenótipo, estado celular, função celular, conteúdo do DNA, expressão genética e quantificar todas essas propriedades no nível de uma única célula. No entanto, saber as aplicações da técnica e o protocolo apenas, não é suficiente para termos um bom resultado na análise do experimento.

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O Câncer Infantil no Brasil

Quando analisamos por faixas etárias, os adolescentes têm a maior faixa de mortalidade (51,1/milhão), crianças de 0 a 4 anos (46,9/milhão), 5 a 9 anos em média de 37,9 mortes/milhão e crianças de 10 a 14, a média é de 37,1 mortes/milhão. Também foi apontado no estudo a mortalidade de crianças e adolescentes indígenas: 67,7 por milhão, o que é bem acima da média nacional.

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