Ainda sobre o Novembro Azul – Como melhorar a qualidade das amostras de biópsias de próstata por agulha?

Ainda sobre o Novembro Azul – Como melhorar a qualidade das amostras de biópsias de próstata por agulha?

A consistência de detalhes nucleares e citológicos é um aspecto crítico no diagnóstico histopatológico das amostras de biópsias de próstata por agulha. Os parâmetros pré-analíticos da etapa de fixação no formol, desde o momento do procedimento cirúrgico são, em geral, precários e pouco controlados, podendo afetar a qualidade histológica da amostra, principalmente no processamento rápido em um dia.
Entretanto a demanda crescente por diagnósticos rápidos exige uma resposta para a necessidade de otimização do processo de fixação sem comprometimento dos aspectos morfológicos. 

 

Neste artigo, apresentado na USCAP pelo Prof. RJ Zarbo e associados do Department of Pathology, Henry Ford Health System, Detroit, Michigan  foram avaliados vários parâmetro nas amostras de biópsia de próstata por agulha, de acordo com a variação do tempo e temperatura de fixação.
Os itens para a avaliações da qualidade das amostras foram: a facilidade na realização dos cortes no micrótomo, a variabilidade da intensidade de coloração por hematoxilina e eosina, homogeneidade, preservação e visualização dos núcleos, autólise e/ou artefato.

Conclusões:
Há uma maior consistência na qualidade histológica do material processado em processadores rápidos por micro-ondas quando ocorre uma padronização com controle de tempo e temperatura das amostras de biópsias por agulha.

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